A impermeabilização serve para garantir a estanqueidade da área onde ela é aplicada no caso de lajes, piscinas, subsolos, terraços, banheiros, cozinhas, área de serviços e coberturas.

Vocês sabem quais são os tipos de processos de impermeabilizações que existem no mercado e para que serve cada um? Então vamos lá com os tipos mais usados.

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A manta asfáltica para ser aplicada precisa ter a espessura correta, superior a 3.5 mm para garantir aderência e pesos de no mínimo 4Kg/m². A fixação no substrato (piso, subsolo e etc), é feita com asfalto ou colocação da manta a fogo com maçarico. Geralmente há o processo de imprimação, ou seja, aplicação de tinta asfáltica para a fixação. Como ela vem em rolo a melhor fixação é a sobreposição de no mínimo 10 cm entre eles para melhor fechamento.

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As membranas feitas com emulsão acrílica são bastante utilizadas em reformas, devido a sua facilidade de aplicação. O material é disperso em água e é aplicado em várias demãos, intercaladas por estruturante. A membrana acrílica não oferece resistência mecânica, portanto deve ser instalada em local não transitável. Outro ponto importante a ser ressaltado é que deve haver uma inclinação mínima na superfície para evitar que a água fique acumulada sobre a membrana, com o risco de transformar a membrana novamente em uma emulsão e danificar o sistema de impermeabilização.

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É um impermeabilizante flexível e elástico para lajes e coberturas sem trânsito, como  lajes de concreto armado e telhas de fibrocimento e telhas cerâmicas. Após secagem, forma uma membrana de alta resistência química. Deve-se incorporar ao revestimento uma tela de poliéster sobre a primeira demão para melhor resistência. No mínimo deve-se aplicar 3 demãos.

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Este tipo serve para estruturas enterradas e principalmente quando temos furos indesejados em mantas, fazendo com que a água penetre na laje abaixo ao seu apartamento e ai temos um dor de cabeça indesejável com seu vizinho.

Esta técnica de impermeabilização tem como princípio melhorar o desempenho contra a penetração de água e agentes agressivos através da formação de cristais nos poros e fissuras do concreto. Os compostos químicos presentes no aditivo reagem com a pasta de cimento e água formando uma rede de cristais em toda a massa do concreto, ainda no processo de preparação. O aditivo reage em contato com a água e com o hidróxido de cálcio, gerando cristais não solúveis na estrutura capilar, selando e protegendo o concreto permanentemente contra a penetração de água e outros líquidos.